Várias reitorias foram ocupadas por mais democracia nas universidades; ônibus foram apedrejados e incendiados em defesa do passe-livre; combativas colunas de estudantes marcharam em manifestações e protestos por uma educação pública, gratuita e que sirva ao povo.
No contexto destes ataques contra a educação e das lutas em sua defesa, o movimento estudantil brasileiro de divide em dois campos: o caminho reformista e o caminho revolucionário.
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