sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Jequié perde mais um colégio da iniciativa privada




Com atividades encerradas em 2011 estrutura física do Colégio Dinâmico poderá ser levada a leilão

Com atividades encerradas em 2011 estrutura física do 
Colégio Dinâmico deverá em breve ser levada a leilão
Num período médio de cinco anos, duas tradicionais instituições educancionais privadas de Jequié, encerram as suas atividades. Em 2011, o  Colégio Dinâmico encerreou seu funcionamento. Fundado nos anos 1990, a partir de ideia concebida por um grupo de agropecuaristas locais [à época ligados à União Democrática Ruralista-UDR], empresários, comerciantes e profissionais liberais  formaram uma sociedade com a finalidade de criar um estabelecimento de ensino que acompanhasse o padrão dos melhores colégios de Salvador. A ideia inicial, inclusive colocada em prática, foi trazer docentes de diversadas áreas, oriundos de renomados colégios da Capital, “para que o aluno-estudante, somente se afastasse da convivência  familiar em Jequié e região, quando fossem fazer o vestibular nos grandes centros”,  relembra um dos fundadores. Com o passar dos anos,  a proposta original  foi sendo superada e vários dos integrantes da sociedade fundadora se afastaram gradativamente  e o colégio passou para outro modelo de gestão, até os dias atuais. Nos últimos anos estaria envolvido em sérios problemas financeiros que levaram a suspensão do funcionamento neste exercício letivo. Anteriormente, em 2009, um outro colégio particular, o mais tradicional da cidade, o Centro Educacional Ministro Spínola-CEMS, fundado com a denominação de Colégio de Jequié, pelo religioso católico, Ministro  Leonides Spínola (integrante da corte do Tribunal de Contas do Estado-TCE), também havia encerrado  as suas atividades, após passar por várias gestões.

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