terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

BANCADA DA MINORIA CRITICA PROJETO DE REFORMA ADMINISTRATIVA



Projetos de lei como 02/2017, encaminhado à Câmara de Vereadores pela atual gestão municipal, propondo mudanças no âmbito da estrutura organizacional da Prefeitura, e ainda por cima com pedido de convocação extraordinária e apreciação em caráter de urgência, não encontrarão respaldo do presidente da Casa, vereador Emanuel Campos, o Tinho. A decisão dele conta com o apoio dos outros oito vereadores da bancada da minoria. Todos eles estiveram reunidos, nesta segunda-feira (13FEV2017), para analisar a matéria e afirmam que estão convencidos de que projetos dessa natureza devem ser encaminhados em regime normal, sem urgência para serem apreciados nas comissões e que seja feito um amplo debate.

Pelo visto, a Prefeitura, que tem maioria na Câmara e pode alcançar os votos necessários assim que o projeto for colocado em votação, não terá o aval da minoria, que critica o projeto por criar cargos num momento em que a própria Prefeitura afirma ter herdado volumosas dívidas da administração anterior, incluindo débitos com folha de pessoal. “O projeto foi e voltou quatro vezes e toda vez que retorna apresenta um número maior de cargos. São quase cem novos cargos comissionados, entre eles 50 técnicos em enfermagem”, citam.
No bojo da reforma administrativa, também chama atenção o desejo da atual gestão de criar três cargos de coordenador de administração de povoados, dois cargos de chefe de administração de povoados e dois de chefe de assistente de administração de povoados, considerados pela bancada como desnecessários.

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